domingo, 10 de outubro de 2010

VAMOS FAZER UMA CRIANÇA FELIZ.....


DIA DA DIRETORA.....


Hoje é dia do Diretor (a) de escola, hoje é o seu dia e é através dessa mensagem, quero lhe agradecer.

Quero que saiba que sua ajuda me foi de grande valia.
E quero que saiba que pessoas tão especiais como você estão sempre prontas para fortalecer o aprendizado, a cultura.

Eu procuro olhar dentro dos corações das pessoas, porque sabemos que é de lá que extraímos o que temos de melhor.

Obrigado por sua atenção e pelo carinho dedicado.
Tudo o que fazemos pensando em ajudar ao próximo, pela própria lei da natureza, nos é devolvido em dobro.

Só entendemos direito o milagre da vida quando deixamos que o inesperado aconteça.

Que o Universo te cubra de bênçãos e seja sempre muito feliz.

Muito obrigado!
Parabéns pelo seu dia!!

Autor: (Desconhecido)

PARABÉNSSSSSS "DIRE" SÔNIA....... TE ADMIRAMOS PELO SEU EMPENHO E DINAMISMO....

PROFESSORAS DO CMEI ESPAÇO CRIANÇA!!!!!!!

A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL...

Por seu poder criador e libertador, a música torna-se um poderoso recurso educativo a ser utilizado na Pré-Escola. É preciso que a criança seja habituada a expressar-se musicalmente desde os primeiros anos de sua vida, para que a música venha a se constituir numa faculdade permanente de seu ser.
A música representa uma importante fonte de estímulos, equilíbrio e felicidade para a criança. Assim, na Educação Infantil os fatos musicais devem induzir ações, comportamentos motores e gestuais (ritmos marcados caminhando, batidos com as mãos, e até mesmo falados), inseparáveis da educação perceptiva propriamente dita.
Até o primeiro ano de vida, as janelas escancaradas são as dos sentidos. “A criança está aberta para receber” , diz Muszkat. Contar histórias, pôr música na vitrola, agarrar e beijar, brincar com a fala são estímulos que ajudam o aperfeiçoamento das ligações neurais das regiões sensoriais do cérebro.
Gardner admite que a inteligência musical está relacionada à capacidade de organizar sons de maneira criativa e à discriminação dos elementos constituintes da Música. A teoria afirma que pessoas dotadas dessa inteligência não precisam de aprendizado formal para colocá-la em prática. Isso é real, pois não está sendo questionado o resultado da aplicação da inteligência, mas sim a potencialidade para se trabalhar com a música.
Musicalidade é a tendência ou inclinação do indivíduo para a música. Quanto maior a musicalidade, mais rápido será seu desenvolvimento. Costuma revelar-se na infância e independe de formação acadêmica.
Musicalização é um processo cognitivo e sensorial que envolve o contato com o mundo sonoro e a percepção rítmica, melódica e harmônica. Ela pode ocorrer intuitivamente ou por intermédio da orientação de um profissional.
Se todos nascem potencialmente inteligentes, a musicalidade e a musicalização intuitiva são inerentes a todo ser humano. No entanto, apenas uma porcentagem da população as desenvolvem. Grandes nomes considerados gênios da música iniciaram seus estudos na infância, Mozart, Beethoven, Bach, Carlos Gomes e Villa Lobos, entre outros iniciaram seus estudos tendo como mestres os seus respectivos pais.
Embora o incentivo ambiental familiar e a iniciação na infância sejam positivos, não são essenciais na formação musical. Outros fatores podem ser estímulos favoráveis ao desenvolvimento da inteligência musical: a escola, os amigos, os meios de comunicação...
Talento e conhecimento caminham sempre juntos e um depende do outro. Quanto maior o talento mais fácil se torna o conhecimento. Quanto maior o conhecimento, mais se desenvolve o talento.

HOMENAGEM DIA DAS CRIANÇAS.....

O CAE Elias Graboski fez uma apresentação especial no nosso CMEI em homenagem ao dia das crianças, cantaram quatro músicas em forma de coral, as quais foram acompanhadas pelas nossas crianças.... AGRADECEMOS a todos pela visita, pelas músicas, pela homenagem, com certeza nossas crianças puderam sentir realmente o valor de serem CRIANÇAS.... Por serem presenteadas por CRIANÇAS.....

ALIMENTAÇÃO INFANTIL SAUDÁVEL...

Talvez uma das mais difíceis tarefas para quem cuida seja educar. O que vale a pena permitir e o que vale a pena negar fazem parte de um estafante desafio diário. Com a alimentação não é diferente, já que a construção de bons hábitos alimentares está diretamente relacionada ao processo de educação.

Tudo fica mais difícil quando pensamos que não há regras ou manual de instruções. Por outro lado, fica mais fácil se obedecermos à lógica e ao bom senso nas decisões. Seja como for, ao longo do tempo, é possível observar os resultados deste processo, satisfatórios ou não. Por esta razão, vale a pena investir em tempo, persistência, e, acima de tudo, buscar confiança nas decisões tomadas.

Começar a educar o paladar não adoçando os sucos de frutas naturais pode ser a primeira providência. O sabor verdadeiro das frutas é, sem dúvida, mais saudável. Evitar sempre os refrigerantes, líquidos sem valor nutritivo, também vale a pena. Outra dica é oferecer líquidos antes e após as refeições, não durante. Guloseimas? Não valem a pena. Muitos sabem, por outro lado, que compensa insistir em um cardápio diversificado, equilibrado, incluindo preparações criativas de boa aceitação. Para isso horários e rotina são fundamentais. É certo que assim bons hábitos estarão sendo instituídos. Mas não é só isso! Educação passa também por atitudes que tomamos diante das mais diversas situações.

Assim, fortes (e negativas!) relações com a comida podem ser estabelecidas diante do consolo, chantagem, punição ou premiação com alimentos. Comemos por fome, também comemos por ansiedade, por consolo ou recompensa, uma infinidade de emoções e associações estabelecidas ao longo de nossas vivências. Muitas solidificadas ao longo da infância!

Ainda pensando no futuro, a sugestão é insistir, nunca forçar a alimentação. Novas formas de preparar o alimento em questão, maior freqüência na oferta, substitutos por outros alimentos do mesmo valor nutricional, conversas, histórias ou até mesmo uma boa companhia para as refeições podem ser ótimos recursos. Ao ser obrigada a comer, a criança é desrespeitada e sofre uma agressão, comparada a qualquer outro tipo. Além disso, ela perde a oportunidade de saciar o seu apetite, segundo a sua vontade. Comer passa a ser uma punição.

Muitas crianças são firmes em suas decisões, tornando algumas negociações bastante difíceis, é verdade. Mesmo assim, vale a pena insistir. Os recursos são muitos e variados: boas conversas com profissionais de saúde podem ajudar a esclarecer a importância de uma alimentação saudável. O segredo também pode estar na aquisição de livros sobre alimentação. Coloridos e atraentes, são presentes preciosos. Além disso, o estudo do corpo humano e dos alimentos através das lições da escola, podem ajudar a cultivar o interesse pelo tema. Por outro lado, cardápios equilibrados em casa são fundamentais, lembrando que tudo começa pela oferta! Ainda no território da cozinha, a culinária para crianças pode
(e deve) ser incentivada. Através da prática, muitas receitas saudáveis e saborosas podem ser testadas com as mãos na massa. Vale a pena insistir. Ótimos resultados para a saúde futura certamente virão!

Fania Szydlow Benchimol
Nutricionista
Crn4951002767

SALADA DE FRUTAS.....

O Nível III vesp da prof. Taís fez uma deliciosa SALADA DE FRUTAS com o objetivo de despertar as crianças para a importância de uma alimentação saudável..... As crianças da turma colaboraram tanto no "fazer" quanto no "comer" esta deliciosa sobremesa...

LEILÃO DE JARDIM...

Os alunos do pré 5 vesp. da prof. Patricia trabalharam com a poesia LEILÃO DE JARDIM de Cecília Meirelles... para dar continuidade aos trabalhos feito sobre a PRIMAVERA....

PRESERVAR TAMBÉM É COISA DE CRIANÇA...

A questão ambiental está em alta por uma razão simples: necessidade de sobrevivência. Quanto mais cedo o tema for abordado com as crianças, maiores as chances de despertar a consciência pela preservação. Por isso, a educação para uma vida sustentável deve começar já na pré-escola. O objetivo definido pelo Referencial Curricular Nacional é observar e explorar o meio ambiente com curiosidade, percebendo-se como ser integrante, dependente, transformador e, acima de tudo, que tem atitudes de conservação.